Ontem, dia 10 de setembro, foi aberta mais uma Bienal Internacional do Livro, no Rio de Janeiro!
Há 26 anos este evento é realizado tendo o livro como o principal astro.
Inicialmente em lugares menores, hoje acontece no Riocentro e é considerado o acontecimento editorial mais importante do País e um evento cultural de mobilização nacional atingindo um crescimento de até 30% a cada edição.
A Bienal do Livro estima receber 600 mil visitantes e contará com um total de 67 sessões de debates e 84 apresentações voltadas para o público infanto - juvenil. Mais uma vez a organização da Bienal do Livro inova, marca registrada do evento, oferecendo ao público uma grade mais dinâmica, diversificada e especialmente desenvolvida para atender a todas as faixas etárias e perfis.
De acordo com os organizadores do evento, o Sindicato Nacional dos Editores de Livros e a Fagga Eventos, a Bienal 2009 foi desenvolvida pensando na qualidade e diversidade do conteúdo. “A cada edição buscamos novas formas para estimular ainda mais o hábito da leitura. Vamos apresentar propostas diferentes, que vão aproximar ainda mais os leitores do universo literário”, conta a presidente do SNEL, Sonia Machado Jardim.
Sucesso ao evento e mais leitura para todos!
Joaquim Maria Machado de Assis nasceu no Rio de Janeiro, no Morro do Livramento, em 21 de junho de 1839. Mulato e pobre, filho de um pintor de paredes e de uma lavadeira, revelou desde cedo uma saúde debilitada: gago e epilético, o menino conservaria por toda a vida um temperamento tímido e reservado. Muito jovem, perdeu a mãe e a única irmã, tendo seu pai casado novamente. Com a madrasta aprendeu as primeiras letras, continuando seus estudos em uma escola pública. Após a morte do pai, teve de ajudar no orçamento doméstico, vendendo doces pelas ruas do bairro de São Cristóvão. Não podendo estudar regularmente, Machado de Assis formou sua cultura como autodidata.
Aos dezesseis anos, começou a trabalhar como tipógrafo na Imprensa Nacional, órgão que tinha como diretor o escritor Manuel Antônio de Almeida, que viria a tornar-se seu amigo e incentivador no meio literário. Já em 1858, começou a escrever para o Correio Mercantil e, pouco depois, para o Diário do Rio de Janeiro. Em 1867, ingressou no funcionalismo público, carreira definitiva que o levaria a primeiro oficial da Secretaria da Agricultura, diretor da Diretoria-Geral do Comércio e diretor da Viação.
Em 1897, já consagrado como um dos nossos maiores ficcionistas, foi aclamado presidente perpétuo da Academia Brasileira de Letras.
Em 1904, perdeu sua esposa, Carolina, com quem vivera feliz por trinta e cinco anos. Quatro anos depois, licenciou-se do serviço público para tratar da saúde, vindo a falecer em 29 de setembro de 1908.
No que diz respeito à sua obra, Machado de Assis cultivou praticamente todos os gêneros literários: romance, conto, poesia, crônica, teatro e crítica literária.
Confira as obras deste grande artista publicadas pela L&PM Editores.
O secretário-executivo do Ministério da Cultura, Alfredo Manevy, aceitou nesta terça-feira (16) a sugestão feita por editores de livros de realizar um estudo sobre os impactos econômicos da criação do Fundo Setorial Pró-Leitura. A condição de Manevy é que esse estudo verifique também os resultados do fundo na formação de leitores no Brasil.
Por sugestão da presidente do Sindicato Nacional de Editores de Livros, Sônia Jardim, o estudo será feito por um economista e financiado pelo Instituto Pró-Livro - uma associação do mercado editorial que tem o objetivo de incentivar a leitura e difundir o livro.
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Fonte: Agência Câmara | 18.6.2009 |
O Programa Permanente de Estímulo à Leitura, desenvolvido pela Secretaria de Cultura de Caxias do Sul, foi o vencedor de um concurso promovido pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil e pela Petrobras.
A cidade ficou em primeiro lugar no concurso, que destacou os melhores projetos do gênero no país. O certificado, R$ 10 mil e 500 livros infantis foram entregues ontem (10/06), no Rio de Janeiro, ao secretário de Cultura, Antônio Feldmann e à coordenadora da iniciativa, Luiza Motta. As obras serão distribuídas a bibliotecas comunitárias e o dinheiro investido na compra de livros.
O secretário Feldmann disse que o prêmio confirma o sucesso das políticas públicas de incentivo à leitura que são promovidas pela pasta. Criado em 2005, o projeto promove ações em dois eixos. O infantil e juvenil é desenvolvido na Biblioteca da Estação, no Jardim da Leitura e no setor infantil da Feira do Livro. Deste eixo, fazem parte programas como Cangurus da Leitura, Passaporte da Leitura e Tapete Mágico.
As atividades que buscam a formação de leitores adultos ocorrem nas dez bibliotecas comunitárias instalados nos bairros e no Encontro Estadual de Leitura, durante a Feira do Livro. Também integram as ações deste eixo os programas Mala de Leitura e Fábrica de Leitura.
Fonte: Jornal Correio do Povo | 11.06.09