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Livro Arte da Guerra um clássico sempre atual

Notícias, Pocket Books

livro Arte da Guerra, escrito no séc. IV a.C., há cerca de 2.500 anos, por Sun Tzu (544 – 496 A.C.), um general chinês considerado um dos maiores estrategistas militares de todos os tempos, continua ainda hoje a ser admirado como fonte de ensinamentos na área da estratégia. De fato, muitos consideram o livro Arte da Guerra como a origem do próprio conceito de estratégia. Apesar de ser um tratado puramente militar, os conselhos e ensinamentos de Sun Tzu são perfeitamente adaptáveis ao mundo das empresas e dos negócios; basta para isso olhar para a concorrência como o inimigo e para o  mercado como o campo de batalha.Qual é a originalidade deste que é o mais antigo tratado de guerra? É que é melhor ganhar a guerra antes mesmo de desembainhar a espada. O inimigo não deve ser aniquilado, mas, de preferência, deve ser vencido quando seus domínios ainda estiverem intactos. Muitas vezes, a vitória arduamente conquistada guarda um sabor amargo de derrota. A arte da guerra, do chinês Sun Tzu, um texto que remonta à turbulenta época dos Estados Combatentes na China, há quase 2.500 anos, chegou até nós, trazendo as ideias de um filósofo-estrategista que comandou e venceu muitas batalhas.A única fonte que sobreviveu até aos nossos dias sobre a vida de Sun Tzu foi escrita no século II a.C. pelo historiador Ssu-ma Ch’ien, que o descreve como tendo sido um general que viveu no estado de Wu no século VI a.C.. No entanto a biografia não é coerente com outras fontes sobre o período, e tudo leva a crer que o livro teria sido escrito entre 400 a.C. e 320 a.C..Não existe uma biografia linear de Sun Tzu, com início, meio e fim. O que existe são concisas narrações de alguns fatos de sua vida.Apesar das especulações sobre a sua vida e existência, a sua obra, o livro Arte da Guerra é considerada de grande importância nos escritos militares e estratégicos de toda a história da humanidade.Segundo os especialistas, apenas Carl von Clausewitz se pode comparar, embora A Arte da guerra seja mais acessível à leitura. Mais do que um livro militar, o livro Arte da Guerra é considerado um livro filosófico.O livro Arte da Guerra é um clássico da literatura mundial traduzido em mais de 200 línguas e centenas de dialetos, e você encontra não apenas este livro, mas inúmeros outros da literatura internacional no site da Clickpocket. Visite e comprove.

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Georges Simenon: Só a Bíblia, Lênin e Marx são mais lidos

Notícias, Pocket Books

A coleção L&PM Pocket publicou em 2002 e 2003, em parceria com a Editora Nova Fronteira, 22 livros de Georges Simenon narrando as aventuras de seu célebre e clássico personagem, o comissário Jules Maigret.

SIMENON

Agora, a partir de março de 2009 a L&PM publicará mais 20 livros deste grande autor no formato pocket; 15 aventuras de Maigret – a maioria inédita no Brasil – e 5 romances, entre eles, o célebre Ainda existem aveleiras, considerado por críticos e fãs um dos melhores romances do escritor belga.

A L&PM Editores também adquiriu os direitos para publicar no Brasil os contos completos protagonizados pelo comissário Maigret, num total de 30, que serão editados em formato convencional ainda em 2009.
Georges Simenon nasceu em Liège, na Bélgica, em 1903 e morreu em Lausanne, na Suíça, em 1989. Escreveu perto de 400 obras de ficção, entre as quais 89 romances e 28 contos protagonizados por Maigret; vendeu mais de 550 milhões de livros que foram traduzidos em 55 línguas e publicados em mais de 100 países. Foram realizados cerca de 50 filmes baseados em seus livros.

 Confira os títulos de Simenon em CLICK POCKET / POLICIAL Pocket Book

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Os mais vendidos em 2008 -VEJA

Loja, Notícias

Em publicação da Revista VEJA do dia 07 de janeiro de 2009 Os mais vendidos em 2008:

Ficção

1) A Menina que roubava livros, Markus Zusak

2) O Vendedor de Sonhos, Augusto Cury

3) A Cabana, William Young

4) Crepúsculo, Stephenie Meyer

5) O Caçador de Pipas, Khaled Hosseini

6) A Cidade do Sol, Khaled Hosseini

7) Lua Nova, Stephenie Meyer

8) O Pequeno Príncipe, Antoine de Saint-Exupéry

9) O Guardião de Memórias, Kim Edwards

10) A Sombra do Vento, Carlos Ruiz Zafón

Não-Ficção

 1) 1808, Laurentino Gomes

2) Comer, Rezar, Amar,  Elizabeth Gilbert

3) Uma Breve História do Mundo, Geoffrey Blainey

4) Marley & Eu, John Grogan

5) Vale Tudo, Nelson Motta

6) Código da Vida, Saulo Ramos

7) O Castelo de Vidro, Jeannette Walls

8) O Mago, Fernando Morais

9) Dewey, Vicki Myron e Bret Witter

10) O Mundo é Bárbaro, Luís Fernando Veríssimo

Auto ajuda e Esoterismo

1) O Segredo, Rhonda Byrne

2) O Monge e o Executivo, James Hunter

3) Casais inteligentes enriquecem juntos, Gustavo Cerbasi

4) Nunca desista dos seus sonhos, Augusto Cury

5) Eles continuam entre nós, Zibia Gasparetto

6) Os Segredos da Mente Milionária, T.Harv Eker

7) Vencendo o Passado, Zibia Gasparetto

8) Onde está Teresa, Zibia Gasparetto

9) A Lei da Atração, Michael J.Losier

10) O que toda mulher inteligente deve saber, Steven Carter e Julia Sokol

 

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Nancy Huston entre os destaques de 2008

Convencionais

Dolce agonia, romance de Nancy Huston - autora do aclamado best-seller Marcas de Nascença – foi um dos destaques literários de 2008, sendo apontado pelo jornal Zero Hora como um dos seis melhores livros do ano. Nesta obra, a escritora repete o virtuosismo narrativo de Marcas de Nascença, obra que já está na 5ª edição, com mais de 10 mil exemplares vendidos no Brasil em pouco mais de um anode publicação. Tendo como narrador onisciente o próprio Deus, que assina o prólogo e doze dos 26 capítulos, Dolce agonia conta a história de um jantar que Sean Farrell, poeta e professor universitário, promove para 11 amigos, no Dia de Ação de Graças. Em meio ao branco da gelada paisagem invernal, isolados do mundo, eles comem, bebem, riem e discutem, trocam calor humano, relembram episódios pungentes e maravilhosos de suas vidas e de suas amizades.  

Dolce Agonia                    Marcas de Nascença

Recentemente, a L&PM Editores contratou mais dois livros de Huston: L’espèce fabulatrice e Cantique des pleines. O primeiro traz pensamentos e reflexões da escritora sobre a condição humana e a sua capacidade de imaginar e interpretar o mundo. Já o segundo, conta a história de uma mulher que ao descobrir trechos do diário de seu avô recém falecido, embarca em uma inventiva e obsessiva jornada para recriar a difícil história de vida de seus antepassados.

Nancy Huston é canadense, mas desde os 20 anos mora em Paris. Além de diversas premiações recebidas ao longo dos anos, em 2006 foi finalista do Prêmio Goncourt e vencedora do Prêmio Femina por Marcas de Nascença. Fluente em francês e inglês, a autora escolhe a língua da escrita em função da ambientação do livro. Suas obras foram traduzidos em mais de vinte países.Clique e confira entrevista com a escritora. 

Fonte: L&PM Editores em 5/1/2009

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