A compra e venda, sem a qual nosso mundo não gira, não poderia ficar de fora do mundo on-line. Nem todo mundo dispensa o prazer de olhar vitrines, segurar os produtos, cheirar, provar, no entanto, resolver questões mais trivais pela internet significa mais tempo livre para as inúmeras atividades do dia-a-dia.
O diretor geral da empresa e-bit
– Informações de Comércio Eletrônico – Pedro Guasti, quando perguntado sobre as consumidoras da web, diz que “tradicionalmente no e-comerce (comércio on-line), as mulheres tinham uma participação mais baixa quando comparada a dos homens”, porém essa diferença vem diminuindo significativamente. Segundo Pedro, a participação das mulheres é de 45%. A tendência é equilibrar ou até dominar o mercado, como acontece hoje na America do Norte.
A diferença é que lá o turismo e a moda estão no topo das preferências. Já no Brasil as e-consumidoras optam por gêneros alimentícios, bebidas, acessórios, perfumes, e produtos para cuidados pessoais.
“Esse tipo de serviço e facilidade proporciona economia de tempo e conveniência”, diz o diretor geral da e-bit e completa, “ela (a mulher) não precisa mais sair de casa para ir ao banco ou ao supermercado e muito menos à livraria para comprar os livros escolares”.
Todas essas facilidades criam um ambiente muito atrativo, só que o maior obstáculo das transações pela internet continua sendo a segurança dos dados. Não dá mesmo para facilitar com endereço, telefone e principalmente com os números do cartão de crédito.
As empresas não sobreviveriam se não tivessem atentado para esse item importante e para conquistar mercado e garantir credibilidade a maioria já investiu em sistemas internacionais de sigilo de segurança de informações pessoais. Esteja atento à pequenos sinais e compre em lojas que você confia, mas não tente fugir da tendência.
Fonte: http://www.papointimo.com.br/tecnologia/comprascom.html


